Machu Picchu

Roteiro – 15 dias Peru e Bolívia – dicas e preços

Essa foi minha primeira viagem sozinha e o roteiro incluía inicialmente o Chile, onde iria terminar a trip no deserto do Atacama. Mas mudei os planos e terminei em Lima, no Peru. Eu fiz um post onde conto da minha experiência de viajar sozinha aqui.

Planejamento

Meu roteiro foi de 15 dias entre Peru – Bolívia – Peru e gastei em média R$3.500, fora a passagem aérea que saiu por R$1.500 porque comprei muito em cima da hora. Se você se planejar melhor dá pra comprar pela metade. Fique de olho nas promoções!

Na época, em junho de 2015, a cotação das moedas estava assim:

Conversão

1 dólar americano =  R$3,16

R$1 = 0,99 soles peruanos

R$1= 2,16 bolivianos

Antes de viajar, pesquisei a melhor forma de levar o dinheiro e cheguei a conclusão de que era levando tudo em dólar do Brasil, e a medida que fosse passeando nos lugares iria trocando pela moeda local. Procure uma agência de câmbio com uma cotação legal e troque o dinheiro. Levei dinheiro vivo mesmo e também um cartão de crédito para urgências. 

Dica: compre um porta-dólar, aquelas bolsinhas tipo pochete pretas, que têm dois compartilhamentos e coloque sempre em baixo da sua roupa, na cintura. Você se sente mais seguro dessa forma.

Roteiro

Dia 1

Rio de Janeiro > Cusco, Peru

Hospedagem: Loki Hostel Cusco – R$38 a diária, quarto com 5 camas, feminino

Dica: Fiquei no Loki, mas há outros bons e animados hostels em Cusco. Um deles é o Wild Rover Cusco.  Reserve o hostel antes de sair do Brasil, para pelo menos 2 dias. O Loki te dá a opção de um motorista ir te buscar no aeroporto quando chegar, a um preço bem em conta. Vale a pena. É só dizer certinho o número e a hora prevista do voo que vai ter alguém segurando uma plaquinha com seu nome quando chegar. Eu achei legal isso, ainda mais porque estava sozinha.

Como cheguei de tarde, fui logo pro hostel deixar as coisas e conhecer o ambiente. O bar do hostel estava cheio de gente e aproveitei pra me enturmar com a galera. A noite rolou uma festinha, fiz amizade com brasileiros, dentre eles, a Bianca, que também viajava sozinha, e combinei de no outro dia ir comprar o passeio para Machu Pichhu com ela, no centro da cidade.

Espírito Livre Trips Cusco
Loki Hostel Cusco

Dia 2 – Cusco

Acordei cedo e fui me encontrar com Bianca. A gente foi em uma agência que fica no centro de Cusco, antes de chegar à Plaza de Armas. Na verdade você vai encontrar várias opções de agências, e vários homens te oferecendo o passeio até Machu Picchu. Essa que contratei fica em uma galeria, e compramos o passeio por 200 soles. A opção mais barata ever.

Dica: No próprio hostel eles vendem o pacote turístico para Machu Picchu com diferentes opções. Mas achei todas bem caras, e decidi olhar melhor no centro, procurar mais. Ainda bem que fiz isso e aconselho você também fazer. Uma das opções era ir e voltar de trem. Uma viagem bem mais cômoda e rápida, mas ao preço de R$500. Pra quem está mochilando e não tem frescura de andar, não vai querer pagar isso né? Fora que R$500 reais é muito dinheiro para pobres mortais como nós.

Dia 3-  Machu Picchu

Como chegar a Machu Picchu? O caminho pela Hidrelétrica

Gente, já li e ouvi muita gente dizer que é difícil chegar à Machu Picchu e coisa e tal. Na verdade não é não. Ou você tem dinheiro para ir no conforto e na rapidez do trem que sai de Cusco e vai até Águas Calientes, a cidade que dá acesso a MP, por R$500, ou você vai escolher o caminho mais longo, porém mais barato e recompensador. Na minha opinião =)

Opção “tem que ter disposição” – Essa é pros fortes. Geralmente é um trekking de 5 dias e custa 220 dólares. Há outros passeios de 4, 5 dias que inclui trilhas de bike e muita aventura, mas que também custa em torno de 200 dólares. Tem que pechinchar.

Minha opção: Caminho pela Hidrelétrica – O famoso bom, bonito e barato. O passeio custou 200 soles (cerca de 200 reais), incluindo transporte, pernoite e entrada em MP. Basicamente consiste em você pegar uma van, que te busca na porta do hostel, viajar cerca de 7 horas nessa van, que não tem nenhum conforto, diga-se de passagem, até o local chamado Hidrelétrica. Apesar de demorado, o caminho é bem legal e te dá uma adrenalina, porque é cada curva que a gente passa… mas as paisagens são incríveis, e a van também faz paradas no caminho. Chegando na Hidrelétrica, todos descem das vans e então começam a caminhada pela estrada em meio a mata, que o trem também passa. Destino final – Águas Calientes. Eu demorei quase 3h para chegar, porque carregava uma mochila meio pesada, e fui devagar. Mas geralmente se gasta entre 2, e 2 horas e meia.

Dica: vá com um tênis confortável, use roupas leves e uma mochila leve também, com uma muda de roupas, água, alguma comidinha, e está bom. Leve uma grana extra também porque as coisas em Águas Calientes não são baratas.

Caminho da Hidrelétrica até Águas Calientes
Caminho da Hidrelétrica até Águas Calientes

Águas Calientes é a parada obrigatória de todos que vão à Machu Picchu. Chegando lá,  a gente se reúne com o pessoal da agência que compramos o passeio, na pracinha da cidade (lá é bem pequeno, não tem como se perder) e lá o guia começa a dividir as pessoas para os respectivos hotéis em que vão passar a noite. Tem também uma janta inclusa no pacote. Dormimos por lá e acordamos por volta das 4h da madrugada do dia seguinte para subir até Machu Picchu.

Dica: Há duas formas de chegar à Machu Picchu de Águas Calientes. Você pode pegar uma trilha ou comprar uma passagem de ônibus que demora cerca de 30 min e custa 24 dólares ida e volta. Eu escolhi essa opção. Ah, meu conselho é que você compre a passagem assim que chegar a Águas Calientes para o primeiro ônibus, que sai por volta das 5h da manhã. Tem outra opções de horário mais tarde, mas chegar com o nascer do sol na cidade perdida não tem comparação.

Dia 4 – chegada a Machu Pichu

Peguei o ônibus as 5h da manhã e finalmente…Machu Picchu! lá você pode se juntar aos guias que contam a história do lugar, ou ir andando por conta própria.

Dispensa legenda =)
Dispensa legenda =)

O passeio dura umas 4 horas e depois você deve voltar à Águas Calientes no horário estipulado pelo ônibus, ou desce pela trilha, se preferir. E então faz todo o percurso andando pelo caminho do trem, até a Hidrelétrica novamente, onde a van vai estar te esperando para  voltar a Cusco. Fique atento aos horários para não ser deixado pra trás!

Dia 5 – Cusco

Tirei o dia para conhecer mais a cidade. O ponto turístico principal é a Plaza de Armas, bem bonita e movimentada. Como fui no mês de junho, estava tendo os preparativos para a Festa do Sol, que acontece dia 24/06. Infelizmente eu não estaria na data, mas deu pra sentir um pouco da festa!

Plaza de Armas com Renan e Bianca
Plaza de Armas com Renan e Bianca

Dica: A noite resolvi mudar um pouco o ambiente e ao invés de ficar no bar do Loki Hostel, fui para a noite do Wild Rover Cusco. Você pode fazer isso,  só mostrar sua pulseira que comprova a sua hospedagem no Loki e pode curtir a noite em outros hostels.

Dia 6 – Cusco > Copacabana, Bolívia

Durante o dia fiz um Free Walking Tour em Cusco e deu para descobrir mais a cidade, os bairros, curiosidades e experimentar o famoso pisco, bebida típica peruana. Os guias esperam os turistas chegarem para o tour na Plaza de Armas em horários específicos.

Amigos do Free Walking Tour
Amigos estrangeiros do Free Walking Tour

Cusco também tem seu cristo redentor. Não tão grande e imponente como o do Rio, claro, mas é ok e oferece uma vista muito linda da cidade. Para ir é preciso pegar um táxi do centro até lá.

Hora de ir para o meu próximo destino. A noite, peguei um ônibus de Cusco até Copacabana, num trajeto que demorou cerca de 8 horas e custou 40 soles (cerca de 40 reais).

Dia 7 – Copacabana, Bolívia 

Copacabana é o primeiro destino boliviano na fronteira entre esses dois países para quem vai por via terrestre. É lá também o principal destino para quem quer conhecer o lago Titicaca e as ilhas ao redor. Mas antes de tudo, você tem que passar pela fronteira e apresentar seus documentos nos escritórios dos dois lados, o peruano e o boliviano.

Dica: logo quando você chega ao Peru, na imigração te dão um papel que regulariza sua entrada. Você tem que guardar esse papel como se fosse sua vida, se não pode dar problemas. No escritório da fronteira, por exemplo, além do passaporte, você deve apresentar esse papel.

Feito isso é só caminhar até o lado boliviano, carimbar seu passaporte e pronto, já está livre para descobrir Copacabana. É uma cidadezinha muito simpática, ruas movimentadas com comércio que vende principalmente roupas, panchos, luvas, suvenires, etc. Você vai ver muitos carrinhos vendendo ceviches no meio da rua e a população almoçando assim, ao ar livre. Tem também uma feira ao ar livre onde se pode ver mulheres sentadas, na sua maioria, idosas e com crianças, vendendo frutas e outros tipos de comidas.

Logo quando cheguei na cidade fui em uma agência do centro comprar meu passeio até a Isla del Sol. O passeio é feito de barco, demora cerca de 2 horas e custa 25 bolivianos a ida. Ida e volta sai a 40. Também tem a opção de ir e voltar no mesmo dia ou passar a noite lá, e foi o que fiz.

Isla del Sol
Isla del Sol
Isla del Sol
Isla del Sol

Dia 8 – Copacabana > La Paz, Bolívia

No dia seguinte cedo peguei o barco de volta à Copacabana para esperar meu ônibus com destino a La Paz que saía às 14h. O trajeto leva cerca de 4 horas e custa 25 bolivianos.

A volta da Isla del Sol à Copacabana pelo lago Titicaca
A volta da Isla del Sol à Copacabana pelo lago Titicaca

Em La Paz fiquei no hostel Wild Rover, em quarto de 4 camas, feminino, ao preço de 79 bolivianos a diária. Como cheguei tarde, deixei para conhecer a cidade no outro dia e fiquei curtindo a noite no bar do hostel com as meninas do meu quarto. O hostel é conhecido por ser bem “animado” como você pode ver na foto a seguir.

Wild Rover La Paz
Wild Rover La Paz

Dia 9 – La Paz

Acordei cedo e fui bater perna. Com o mapa da cidade em mãos fui conhecer e andar no teleférico de La Paz. O interessante é que não é apenas um atrativo turístico. O teleférico é o meio de transporte dos bolivianos, já que o trânsito por terra é beeem caótico. Me senti tipo na Índia, mesmo nunca ter conhecido o país, rs. E é legal porque te dá uma vista bem massa da cidade toda e ele é bem extenso. Custa menos que R$2 o trajeto de ida todo.

Teleférico de La Paz
Teleférico de La Paz

A tarde encontrei uma das meninas do meu quarto para um Free Walking Tour e foi sensacional!! Você precisa fazer. Os guias vão contando toda a história da cidade e são muitas coisas interessantes, a começar pelo Presídio de São Pedro. É uma prisão no centro de La Paz, com cerca de 1.500 presos e sem praticamente nenhuma segurança. São os próprios presos que administram o local, e os policiais só entram em caso de última necessidade. O city tour passa ainda pelo bairro da Bruxas, uma rua onde o comércio é todo voltado para feitiçaria e coisas místicas, é bem legal. Os guias geralmente estão com uma camiseta vermelha na praça de São Pedro, em horários estipulados, tipo 9h e depois as 14h.

As 21h peguei o ônibus de Laz Paz para Uyuni, para enfim conhecer o maior deserto de sal da terra. O trajeto tem 550 km e custa cerca de  230 bolivianos (± 79 reais).

Dia 10 – La Paz > Uyuni > La Paz

Cheguei bem cedo à Uyuni e só me lembro do frio que fazia. Parecia que meus pés e mãos iriam congelar. Se você estiver indo nessa época de Junho/Julho reforce o agasalho! Eu não tinha feito nenhuma reserva do passeio com antecedência então decidi olhar quando chegasse mesmo. Logo quando o ônibus para para o desembarque, já é possível ver donos de agência te chamando para entrar e “ficar a vontade”. Eu entrei na primeira que vi para escapar um pouco do frio e por lá mesmo comprei meu bilhete para o passeio.

Salar de Uyuni – como é o passeio

Como eu disse, exitem várias agências e todo tipo de preço dependendo do passeio que você queira fazer. A dica aqui é olhar bem as agências para garantir uma passeio sem problemas. As opções são:

Passeio de 3 dias – este trajeto te leva até San Pedro de Atacama, no Chile e custa cerca de R$300 reais em média, mas pode ser mais caro, dependendo da agência e o que oferecem. Geralmente esta incluso refeições básicas e as hospedagens durante a noite (nada de muito conforto).

Passeio de 1 dia – foi o que escolhi. Custou cerca de R$80 e você passa o dia conhecendo uma parte do Salar, em um jeap 4×4 com seis passageiros mais o motorista. Eu fui com uma turma de argentinos e uruguaios e me encantei pelo lugar. Não tem como não se impressionar!

Salar de Uyuni
Salar de Uyuni – uma das paradas para fotos
Salar de Uyuni
Salar de Uyuni
Salar de Uyuni
Salar de Uyuni

Dica: se você quiser saber mais como é o passeio de 3 dias pelo Salar visite esse link . Se quiser saber como é ir do Atacama para o Salar de Uyuni, pode ver aqui.

A noite peguei o ônibus de volta para La Paz, porque de lá iria para Lima, no Peru.

Dia 11 –  La Paz > Lima, Peru

Cheguei de volta a La Paz bem cedo e já emendei no outro ônibus para Lima, no Peru. Sim, fui de uma capital de um país a outra de ônibus, em um trajeto de nada mais nada menos que 1554 Km e 36 horas de viagem. É muito chão, mas a viagem toda foi tranquila, comprei o leito-cama para ir mais confortável e valeu a pena. Eles servem lanche, almoço, tem coberta, travesseiro e TV com algumas opções de filmes. E claro, o ônibus faz várias paradas. Não me lembro bem o preço que paguei, mas foi algo em torno de R$300.

Dia 12 – Lima

Cheguei a Lima a tarde e fui para o hostel Kokopelli, no bairro Miraflores, o mais bacanudo de Lima. Lá estão os melhores restaurantes, lojas, hostels, bares, enfim.. tem muita coisa para fazer em Miraflores e eu adorei o lugar. O preço da diária foi algo em torno de R$40.

Dica: para saborear o melhor da culinária peruana vá ao restaurante Punto Azul, especializado em frutos do mar. É sensacional e os preços são justos pela qualidade da comida.

Dia 13 – Lima

Em mais um dia na cidade fui conhecer a praia e o Shopping Center Larcomar, uma shopping aberto, com várias opções de lojas para quem quiser fazer compras e também restaurantes que dão uma vista linda para o mar.

Larcomar
Larcomar

Dia 14 – Lima > Paracas

Acordei cedo para ir a rodoviária de Lima pegar o ônibus até Paracas, onde iria conhecer com os amigos que fiz na viagem as Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas. O ônibus era da companhia Cruz del Sur, demora cerca de 3h30 e custa entre 14 a 26 dólares.

Quando chegamos a Paracas não dava mais tempo de ir para o passeio nas Ballestas, porque as lanchas saem as 8 e as 10 horas da manhã, então deixamos para ir no outro dia. Além das Islas Ballestas, as agências vendem um pacote incluindo o passeio na Reserva de Paracas, um lindo ecossistema de deserto e praia que vale muito a pena conhecer. Pagamos 90 soles cada por esses dois passeios e fomos para o hostel.

O hostel foi outra escolha acertada. Ficamos novamente no Kokopelli Paracas e o hostel lá é incrível. Tem um amplo ambiente aberto com sinuca, envolto por árvores, em um estilo bem roots e com um acesso direto para a praia. Tem piscina também e os quartos são ótimos. Ficamos a tarde toda bebendo cerveja e aproveitando a praia, mas sem entrar na água por causa do frio.

Praia de Paracas
Praia de Paracas

Dia 15 – Paracas

Acordamos cedinho e partimos para o primeiro passeio, as Islas Ballestas. Todo o passeio é feito de barco, com guias explicando em inglês e espanhol. O barco faz algumas paradas para tirar fotos, entra nas grutas e dá pra ver uma diversidade incrível de animais marinhos, é muito lindo!

Dica: Vá com roupa de frio para se proteger do vento, que é bem forte enquanto o barco faz o trajeto. Também passe bastante protetor solar. Eu me queimei muito por ter descuidado dessa parte.

Islas Ballestas
Islas Ballestas
Islas Ballestas

Na volta a agência que contratamos fica esperando para guiar os turistas até o ônibus para a Reserva de Paracas. Ao chegar já se vê a imensidão de areia pra todos os lados. O motorista que também é o guia, vai explicando a história do lugar e faz paradas para tirar fotos e apreciar mais o local. Na volta paramos em um lugar onde ficam os restaurantes, bem rústicos e meio caros, já que são os únicos ali e estão meio isolados. Mas vale a pena!

Reserva de Paracas
Reserva de Paracas
Reserva de Paracas
Reserva de Paracas
Reserva de Paracas
Reserva de Paracas
Reserva de Paracas - o deserto
Reserva de Paracas

Dia 16 –  Lima

E assim terminou minha viagem. Voltei para Lima e tirei o dia para ficar de boa e começar a nostalgia! Eu posso dizer com toda certeza que valeu a pena as 36 horas de viagem de La Paz para conhecer Lima. Uma cidade adorável, rica em cultura e diversidade e com uma culinária igualmente incrível. E Paracas foi uma surpresa maravilhosa pra fechar com chave de ouro a viagem!

E ai, gostou? Você já fez esse roteiro? Incluiu ou tirou algum lugar? Se tiverem dúvidas deixem nos comentários!

Bjo!

14 comentários em “Roteiro – 15 dias Peru e Bolívia – dicas e preços

    1. Oi Ana! Não, a mochila é o seguinte. Fui somente com meu mochilão e para os passeios, deixava a mochila no hostel mesmo. Nesse caso você não tem que pagar a diária só pra deixar a mochila não. Por ex, para ir pra Machu Picchu, deixei meu mochilao no hostel e fui so com uma menor que levei para os passeios mesmo. Na volta ao hostel estava tudo la, como deixei. Eles têm uma área reservada só pra deixar as bagagens. E assim foi em todos os passeios. No salar de Uyuni deixei o mochilão na agência que comprei os bilhetes e deu tudo certo tb. Todos fazem assim =) espero ter respondido! bjo

    1. Oi Ramon, não fiz.. mas fiz uma conta rápida aqui e está passando de 4.700 km!! muito chão né..rs! mas valeu a pena! bjo

  1. Ahhh que saudade da minha trip de 2012. Cusco sua linda, Machu Picchu encantadora….

    Achei seu trajeto bastante corrido e quase tive um infarto quando vi que tu não fez o tour de 3 dias no Salar. Sendo que ao invés de voltar para Uyuni e depois partir para La Paz seguindo para Lima poderia ter ido por San Pedro de Atacama – Arica ou Tacna e depois Lima. Enfim… rsrs

    Parabéns pela trip… tudo de bom …..

    1. Oi Leandro, pois é, não fiz o tour mas a viagem para Lima foi sensacional também. Ainda farei Salar 3 dias e Atacama! um dia =))
      obrigada pelo comentário.
      Bj

  2. Oi Lais, estou planejando uma viagem para o Machu Pichu e me interessei pelo seu passeio pela hidrelétrica. Voce comprou o passeio antes ou na hora?

    1. Oi Christian. Comprei em Cusco, antes de ir para o passeio. Não acho que seja preciso comprar daqui do Brasil. Mas assim que chegar em Cusco, quando for comprar o passeio pra Hidrelétrica, eles já vendem a entrada pra Machu Pichu. Boa viagem!

  3. Como é a questão de segurança para mulher viajando sozinha? Estou pensando em ir para Bolivia (Santa Cruz) até Peru (Lima), passando por várias cidades. Quero viajar de ônibus na maior parte do trajeto.

    1. Ola Maria!
      Comigo correu tudo bem. Nos momentos em que estava sozinha, pegando uma van por exemplo, com outros homens, ficava um pouco apreensiva sim, mas sempre segura de mim e atenta a tudo ao meu redor. Não passei por nenhum problema deste tipo, por estar viajando sozinha. Minha dica é fazer amizade com as pessoas durante o trajeto.. puxa papo, pergunta da onde é e assim vai.. pode ter certeza que terão outras pessoas viajando sozinhas como você e vocês podem ser companhia uma da outra.

      Boa viagem… bjs

  4. Olá! Li que vc fez o trajeto Cusco – Copacabana de ônibus. Qual é a empresa que opera? É possível comprar as passagens com antecedência pela internet? Vou em julho e tenho medo que não encontre passagens para dia/hora que desejo.
    Valeu!

    1. Ola Juliana.. agora nao me lembro de cabeça qual o nome da empresa.. mas é uma das principais que faz esse trajeto, se procurar no Google tavez encontre.. sobre comprar pela internet, eu não aconselho.. essas coisas é bom comprar quando chega na cidade, comprar diretamente na rodoviária.. pode ficar tranquila porque tem ônibus o dia e noite inteira pra la!

      bjs

    1. Ola Camila! Comprei Rio/Cusco, Cusco/Rio. Poreeem, mudei meus planos durante a viagem, e como decidi ir para Lima, para nao ter que voltar pra Cusco e fazer conexao em Lima, ja que eu ja estaria la, alterei meu voo para voltar de Lima mesmo..tive que pagar uma taxa para fazer isso.. mas valeu a pena!!
      Bjs

Deixe uma resposta